quarta-feira, 5 de março de 2008

Cretinos e-mails. De novo?

E eu achando que tinha me livrado do maldito Paulo Ferreira. Depois dessa nova leva de e-mails que ele me encaminhou, não o chamo mais de maldito: chamo de doente, pois só um doente envia 18 e-mails, quase todos de putaria, pra uma única pessoa em cerca de duas horas e meia! Em tempo: foi "somente" o dobro de e-mails que ele me enviou da outra vez (nove)!

Mais uma vez peguei o print screen pra mostrar aqui pra vocês. Eu sinceramente não sei mais o que fazer. Tentei resolver da maneira mais amigável possível, enviando um e-mail solicitando que ele simplesmente parasse de me enviar os seus e-mails cretinos. Dessa vez, resolverei através da força: bloquear o endereço do Sr. Ferreira (pcfnl2004@yahoo.com.br) na minha conta de e-mails.

Sei que o print não tá lá essas coisas, mas dá pra ver que aí tem 18 e-mails e também observar todos os horários, exatos 2 horas e 33 minutos!

Dr. Spock

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Momento BDSM

A modelo Sherlyn Chopra foi até Mumbai, na Índia, protestar pelo Peta (Pessoas pelo tratamento ético dos animais). A causa é nobre (???), mas a forma de se protestar contra o uso de chicote nos animais do circo é que chamou a atenção pela originalidade (sem esquecer da modelo, é claro):

No travesseiro está escrito "Chicotes e correntes são pra ser usados na cama e não no circo".

Obs.: e não me perguntem o que significa o BDSM no título. Sintam-se a vontade para pesquisar.

Dr. Spock

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terça-feira, 4 de março de 2008

Contos de Carnaval - Parte 2

Nota: antes de começar a ler este post (se é que você tem saco de ler um post desse tamanho), recomenda-se ler a primeira parte, clicando aqui.

Adentrando o Eco Sport preto do pai de Pavão, Vandinho, sua ficante Tati e a agressora do dono da festa Paulinha, seguem rumo ao centro da cidade. Como é de praxe, Vandinho deixa primeiro Paulinha em casa para só depoisficar a sós com a sua garota e levá-la sabe-se lá pra onde. Vandinho segue então para o campus universitário, local onde muita gente leva a mulherada pra dar um amasso mais gostoso, já que o lugar é grande e cheio de entradas obscuras que dificulta a incursão dos vigilantes da instituição a procurar pelos casais mais insaciáveis. Já louco pra comer a Tati, Vandinho entra atrás do Departamento de Administração, local de difícil acesso e lá estaciona o “seu” Eco Sport, ao romântico som de U2. Conversa vai, conversa vem, mão naquilo, aquilo na mão e...

- Chega, Vandinho! Eu quero ir pra casa! Esse lugar não me agrada! Não tinha um lugar melhor pra você me levar não?

- Pô, gatinha, que isso... Pensei que você iria achar romântico, numa noite tão linda dessas! Olha só a lua como brilha! Está brilhando pra gente! A lua está nos prestigiando nessa noite...

- Deixa de papo furado, Vandinho! Me leva pra casa agora ou então eu saio desse carro e vou embora sozinha agora!

Muito contrariado, Vandinho liga o possante e parte pra casa da menina. Chegando lá, a menina desse e não dá sequer um beijinho de despedida, deixando Vandinho com uma pulga atrás da orelha.

– Também não tava a fim de te dar o prazer de me dar hoje – pensa ele.

Como sempre foi um cara muito boêmio, antes de voltar pra casa de Pavão, Vandinho resolve tomar a última cerveja da noite em uma loja de conveniência (considerado um point dos universitários) de um posto de combustível do centro da cidade, chamada Lion. O relógio já marca 1h35min. da madrugada e lá está Vandinho, desfilando todo o seu charme quando avista em uma mesa 2 garotas que estão a olhar pra ele. Discretamente, Vandinho vai até o freezer, pega uma cerveja, vai até o caixa efetuar o pagamento e se aproxima da mesa das duas meninas, mandando aquele olhar 43.

- Boa noite! Observei que as duas senhoritas estavam bastante entretidas e sorridentes. Imaginei : porque não ir até elas e pedir para compartilharem comigo desse momento tão gostoso e agradável?

As duas se entreolharam fazendo cara de “que cara louco” e a da esquerda falou:

- Por acaso é você quem namorava a professora Valéria do Departamento de Letras?

- Sim, sou eu mesmo! Mas como sabe disso?

- Bom, nós duas fazemos o curso de Letras e sua ex-namorada foi nossa professora. Todos da turma gostavam muito dela. Porque vocês terminaram? Porque ela foi estudar na Austrália e te deixou aqui?

- Sim, exatamente...

- Tadinho... – disse a outra garota.

- Que nada. Eu to tranqüilo, sempre pegando os rocks. No começo foi mais difícil, mas já me acostumei. E por falar em rock, vocês não estão a fim de ir até a minha república? Tá tendo um churrasquinho lá hoje pra comemorar o aniversário de um amigo. Vocês serão minhas convidadas. E aí, topam?

As duas garotas mais uma vez se entreolharam e responderam ao mesmo tempo: - Sim!

- Legal. Mas antes eu preciso saber os nomes de vocês, neh!

- Ok, Vandinho! Eu sou a Vlasóvia e a minha amiga se chama Mary.

- Vla o quê? – pensou Vandinho – Errr... muito prazer meninas. Suponho que saibam meu nome pela minha ex-namorada.

- Exatamente – responde Vlasóvia. E eu acho simplesmente um pecado ela ter largado você aqui tão tristinho... E o prazer é todo meu!

Com a expressão de felicidade visivelmente estampada no rosto, Vandinho diz: - Estamos esperando o quê? Vamo embora logo! Meu carro ta parado ali fora!

- Caralho, essa tal de Vladisvênia é gostosa demais e tá me dando o maior mole! Hoje tem, hehehe – pensa Vandinho.

Rapidamente o intrépido Vandinho retorna a casa de Pavão, e dessa vez na companhia das duas meninas.

Adentrando a casa, as meninas percebem que o churrasco já havia terminado e a única coisa que restava era a churrasqueira saindo fumaça por conta das últimas brasas que ainda se encontravam acesas.

- Cuidar de bêbado é foda mesmo! Por isso que eu não queria levar o viado do Léo pra casa. – Esbraveja Vandinho - O cara não agüenta nada e bebe demais! Eu ainda tive que colocar o cara debaixo do chuveiro, senão ele não acordava. Perdi a festa por conta disso.

- Não faz mal, Vandinho. Mostra a sua casa pra gente! Parece ser muito bonita! República masculina assim é difícil de encontrar.

Astuto, Vandinho tinha todas as respostas na ponta da língua: - É que a gente paga uma empregada pra cuidar da casa 3 vezes por semana. E a gente também prefere manter a casa limpa, neh! Senão eu não teria coragem de mostrar ela pra vocês.

Eles adentram a casa pela cozinha, vindos do quintal. Passam pra uma sala que possui um móvel do estilo “barzinho”, com algumas bebidas ainda fechadas.

- Meninas, como a cerveja terminou, eu posso oferecer a vocês um whisky. Aceitam?

Prontamente elas respondem: - Claro!

Vandinho então pega a garrafa fechada de whisky Black Label e abre. Serve um copo pra cada um e se sentam no sofá. Vandinho senta próximo a Vlasóvia, no memso sofá, deixando Mary sozinha no outro sofá. O papo corre solto, enquanto ambos se embebedam às custas do Black Label. Já um tanto alterados, Vandinho diz que precisa tomar um banho e convida Vlasóvia pra ir com ele. Sem pensar ela responde: - Acho que é uma ótima idéia!

Vandinho fica radiante. Mas ainda tem a Mary e ele precisa dar um jeito nela. Ele pede para que as duas aguardem dois minutos e sobe as escadas rumo ao quarto de Pavão. Chegando lá, encontra o amigo roncando alto.

- Pavão, Pavão! Acorda, cara! Tem duas gatas lá embaixo loucas pra dar pra gente! Acorda, anda logo! Eu vou mandar a Mary subir enquanto eu vou tomar um banho com a outra que não me lembro o nome...

- Hãaaaa... Que foi? – Resmunga Pavão – Que que tá acontecendo, Vandinho? Você ta ficando doido? Você fumou o quê? Me deixa dormir, vai...

- É sério Pavão, arranjei duas gostosas lá no Lion (posto de conveniência) e trouxe elas pra cá, são conhecidas minhas! Dá um jeito de acordar que vô mandar a Mary subir.

- Tá bom, manda ela subir que eu já to levantando!

E Pavão volta a dormir.

Vandinho volta ao encontro das meninas e as chama pra subir. O motivo da subida é justificado como uma “inspeção” da casa para verificar se estava tudo no lugar após a festa.

- Tem um colega de república que ta lá no quarto dele, é o Pavão. Tá meio que dormindo, mas se quiser pode tentar acordá-lo. O que você acha Mary?

- Tudo bem, eu adoro acordar bêbados...

Eles sobem as escadas. Vandinho mostra o quarto de Pavão a Mary e ordena que ela entre. Ele segue junto de Vlasóvia rumo ao quarto dos pais de Pavão, e exclama: - Esse é o meu quarto!

Continua...

Dr. Spock

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segunda-feira, 3 de março de 2008

Contos de Carnaval - Parte 1

As cidades interioranas que possuem universidades federais são um antro de baladas, festas, cervejadas, festinhas de repúblicas, bares e o que mais você quiser chamar de "rock", sempre regadas e muita cerveja, bebidas coloridas pra embebedar a mulherada e quem sabe mais o quê! "Rock" é a denominação utilizada aqui pra tudo isso que acaba de ser relacionado acima. E em uma cidade universitária do interior de Minas Gerais (não, não é a cidade de Ouro Preto) não é diferente. Pra se ter um rock não importa o dia nem a hora. Se você senta na mesa de um buteco, tem tudo pra virar um rock, pois sentado ali, tomando uma cerveja, gelada já é motivo pra você chamar a galera pra sua república e fazer um rock, mesmo se esse dia for uma odiada segunda-feira.

Acontece também que muitas vezes o rock em república não acontece em uma república. Difícil de entender, neh?! Explicando: esse conceito é válido quando um estudante nativo, que na esmagadora maioria das vezes mora com a família, tem os pais a quilômetros de distância, a irmã mais nova estuda em uma outra cidade e o irmão mais velho já se formou e também mora em outra ciade. Sendo assim, a sua casa passa a ser uma república. República porque ele vai organizar em sua limpa residência um rock, no velho estilo "mamãe viajou".

Rock organizado, vamos chamá-lo de "churrasquinho", que é a típica festa em que você reúne um bando de amigos, amigos dos seus amigos, algumas amigas (sim, as mulheres também tem vez nessa modalidade de rock, porém, em número reduzido) e algumas mulheres pra quem quiser pegar. Pegar no sentido de ficar, arrastar pra onde você achar mais conveniente. Essas geralmente são conhecidas de algum amigo e estão ali para ficar com quem as levou e as que sobrarem geralmente vão atrás do dono da república (algumas mulheres crêem veementemente que pegar o dono da república é sinônimo de status).

Plena quarta-feira, Pavão (estudante da faculdade) organiza na sua "república" um churrasquinho pra galera. Aproveitando a estadia dos pais em terras longínquas, convida alguns amigos pro rock e solicita que no mínimo um deles leve as mulheres (o conhecido "bolo pra festa"). Churrasquinho armado, carne na grelha, cerveja gelada no freezer, recolhimento da taxa de 10 reais por cabeça (esqueci de explicar: festas em repúblicas sempre tem os custos divididos por cabeça, mas geralmente as mulheres pagam menos, pois elas consomem uma quantidade de bebida menor do que a macharada e também são mais asseadas e não vomitam por toda a casa).

São 4 da tarde, churrasquinho rolando à toda, o fluxo de pessoas nas dependências da "república" é grande: cerca de 30 pessoas, sendo que são 23 homens e 7 mulheres, todas elas namoradas de algum dos 23 homens convidados. Pavão espera anciosamente pela chegada de Vandinho. Vandinho é o cara. Ele sempre é o sujeito que leva a mulherada pras festinhas em repúblicas. Sempre animado, conhece todos os pitelzinhos e vagabas da cidade.

E chega o momento tão esperado, Vandinho chega na festa acompanhado de 3 mulheres, sendo que uma delas já está em sua companhia e as outras duas serão atiradas aos 16 leões famintos por carne feminina. Um ponto é preciso relevar: geralmente, os machos frequentadores de churrasquinhos fazem questão que as mulheres que serão jogadas aos leões tenham uma aparência no mínimo média, nota 6 e meio, pra não ficar feio depois frente a galera e ter que ouvir a zuação e o deboche dos amigos porque pegou um canhão. E nem adianta soltar aquela velha máxima "Só peguei pra comer!".

Como não poderia deixar de ser, as 3 acompanhantes de Vandinho tem uma aparência agradável, nota 6 e meio como era de se esperar. Ou seja, qualquer um dos convidados não pensaria duas vezes para atacar! Conversa vai, conversa vem, o churrasquinho vai pegando fogo, todo mundo muito empolgado, bebendo, muitos já loucos, as rodinhas formadas (muitos clubes do bolinha) e as mulheres do Vandinho se divertindo a valer (esse tipo de mulher geralmente não paga nesse tipo de festa, uma vez que estão ali pra fazerem a alegria de alguns) com os machos caindo em cima de elogios, carinhos, loucos pra tirar uma casquinha e quem sabe pegar e arrastar sabe-se lá pra onde.

Já são altas horas da noite (lá pelas 11) e o churrasquinho já perdeu fôlego. Todos os casais já se foram, a maioria dos machos também, restando apenas 3 bravos guerreiros disputando as duas presas, entre eles o dono da festa, Pavão.

- Ei, Vandinho - Pavão chama o amigo - Essas duas aí não tão querendo nada com nada! O que eu faço? Já tô com sono e num tô afim de ficar paparicando essas vagabas não! Dá um jeito de mandar elas embora!

- Pô, Pavão! Duas gatinhas dessas e você ainda no zero a zero? Fala sério, neh! Mas podexá que eu dou um jeito. Aguenta mais um pouquinho aí só.

Um dos machos desiste e vai embora, deixando as gatinhas à mercê dos dois sobreviventes. Um deles (Manoel) aproveita a situação e lasca um beijo em uma delas (Fabi), que retribui calorosamente. A situação esquenta e ambos se despedem com a esfarrapada desculpa de que já está tarde. Pavão, se remoendo de raiva, tenta lascar um beijo na única mulher que sobrou (Paulinha), mas se ferra e leva um tapa na cara.

- Sua piranha, puta, vagabunda, vadia, ordinária! Vá dar um tapa na sua avó! Filha de uma sapa gorda! - grita Pavão, revoltado com o tapa recebido carinhosamente no meio dos fuças.

- Calma, Pavão! - intervem Vandinho, vendo as moças assustadas - Acho melhor você ir dormir! Eu já vou sair fora com as meninas! Relaxa!

- Beleza, cara! Vou dormir sim. É a melhor coisa que eu faço depois de uma derrota dessas.

E Pavão vai dormir.

- Meninas, só um minuto que nós já vamos
- diz Vandinho - Tenho apenas que encotrar as chaves do carro!

Vandinho encontra as chaves do Eco Sport dos pais de Pavão e sai com as meninas.

Continua...


Dr. Spock

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sábado, 1 de março de 2008

29 de fevereiro

Como sempre estou atrasado com meus posts. Queria ter tratado do assunto ontem, mas dia 1º de março tá valendo. A questão é: quem nasce no dia 29 de fevereiro, comemora o aniversário quando? No dia 28 de fevereiro ou no dia 1º de março?

Aqui tem um link interessante que explica a razão da existência dessa data que ocorre na mesma frequência das copas do mundo e das olimpíadas (de 4 em 4 anos), além de outras particularidades que a envolvem.

Mas a dúvida continua...

Dr. Spock

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E a campanha foi pro espaço...

Após uma ausência de pouco mais de 24 horas da internet (estava me dedicando à pratica do Fifa Soccer 2008), voltei à "ativa". E, pra minha surpresa, constatei que a campanha contra o plágio da qual eu participava, promovida pelo agora extinto blog Leia-me, do Carlão Lima, foi pro espaço! Simplesmente desapareceu, sem nenhum motivo aparente. Bom, sem nenhum motivo aparente até eu descobrir o que de fato estava acontecendo!

Como participante da campanha, me senti na obrigação de pelo menos prestar algum esclarecimento:

Uma grande confusão envolvendo o parceiro Inexistent Man foi o ápice da discórdia! Pra entender o que ocorreu de fato, veja aqui e aqui. O blog O Fim da Várzea disse: "Um conselho aos blogueiros iniciantes ou ingênuos: desconfiem de blogs que fazem barulho com 2 meses de existência e textos plagiados" (veja o post do Fim da Várzea aqui). Confesso que, após quase dois anos na atividade de blogar, me senti ingênuo e até certo ponto inexperiente. Aderi a essa campanha com gosto, pois já sofri na pele o que é o plágio (tinha até iniciado uma campanha de mesmo cunho na época, que não engrenou), e agindo pela emoção entrei na campanha.

Não estou aqui pra condenar ninguém, só sei que depois de ver isso tudo que aconteceu, o pior de tudo é saber que o blogueiro que iniciou a campanha fugiu como um cachorro amedrontado (com o rabo enfiado entre as pernas), e não foi corajoso (entenda-se homem) o suficiente para prestar algum esclarecimento do ocorrido. Era melhor ele ter reconhecido o erro publicamente, na minha opinião, ficaria melhor (ou menos pior, sei lá). Pelo menos da minha parte, a atitude é condenável.

O banner da campanha que estava aí na primeira side bar, com o título "Destaque", já foi retirado.

Dr. Spock

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