sábado, 7 de novembro de 2009

Tal tio, tal sobrinho

A um tempinho atrás, cerca de 4 meses, descobri que vou ser tio. Minha irmã se casou em fevereiro desse ano e já encomendaram um rebento.

Momento jabá: por falar no casamento do minha irmã, clique aqui pra ver o convite do casamento dela que eu fiz no meu blog de caricaturas! Foi algo bem diferente, uma história em quadrinhos que conta a história da vida dos pombinhos!

Bom, voltando ao assunto, vou ser tio. Sei que não deve nem se comparar a sensação de ser pai, mas pelo menos a de tio tá sendo ótima. Primeiro, porque o rebento é um menino, ou seja, vou encher ele de presentes ligados ao maior time do mundo. E segundo, que eu não preciso trocar as fraldas (isso é papel de pai, mas a minha hora vai chegar). E esse fato ( o primeiro) já está gerando controvérsias, pois o pai é Corinthiano e a mãe, por minha influência, também são-paulina! A idéia é que o menino já saia da maternidade vestindo a roupinha do Tricolor. Mas o pai já disse que comprou a roupinha dos gambás. Mas, a mãe, torcedora do tricolor, já me afirmou que será tudo do São Paulo. Como vai ficar essa história? Pra que time o muleque vai torcer no fim das contas? Digo por exeperiência própria que não adianta forçar nada. Eu mesmo quando criança tinha tudo que se pode imaginar do Vasco da Gama, já que meu pai é vascaíno. Resultado: virei são-paulino (por favor, sem piadinhas que virei bambi).

E tem agora a questão do nome do muleque! Antes de descobrir o sexo do garoto, o feto já recebeu o apelido de Aroldinho (ou Haroldinho), alcunha providenciada pelo próprio pai e que agradou a todo mundo, inclusive eu... Menos a mãe, óbvio. E a avó também não. O engraçado é  que mesmo depois de escolhido o nome (Igor), ainda assim nos referimos a ele como Aroldinho! Será que o apelido vai pegar desde cedo? Será que isso pode traumatizar o garoto? Creio que não. Não tenho nada contra o nome Aroldo, só sei que não encaixa pra um recém-nascido!

Só sei que esse menino tá vindo numa boa hora. Pelo jeito vai servir de laboratório de "como ser pai", já que a minha irmã é minha vizinha (mora em cima de mim) e verei essa criança quase todos os dias. Quando a patroa cismar em não aguentar mais a condição de ser apenas tia, posso ficar preparado!

Fiz questão de procurar umas fotos da minha época vascaíno, com apenas 3 anos de idade, e digitalizar pra mostrar aqui:



Dr. Spock

4 comentários:

Carlos Augusto Matos 08 novembro, 2009 04:18  

Muito bom seu blog... Muito mesmo... Vou vir mais vezes hein...

Abração...

Sou seu seguidor...

Meu blog: http://visaopoetica84.blogspot.com/

Mateus Souza 08 novembro, 2009 19:38  

Carlos Augusto, me sinto envaidecido por seus elogios! Obrigado mesmo! É esse tipo de coisa que me faz continuar escrevendo aqui nesse buteco a mais de 3 anos!

BNÊ 13 novembro, 2009 05:24  

Deixe o pai escolher, é a coisa mais certa. Sou corinthiano e um sobrinho que desde neném era agarrado comigo. Seu pai era palmeirense, e um dia quando minha irmã fez um bolo com detalhes do Palmeiras em seu aniversário de 6, 7 anos, ele chegou em mim e disse baixinho: tio eu sou corinthiano, mas não quero magoar meu pai.
Eu disse que ele poderia torcer para o Palmeiras que eu gostava dele do mesmo jeito, mas que nunca brigasse por futebol.
Me arrependi, hoje ele já moço é palmeirense mas não muito convicto, acho que frustrado, porque tenho outros sobrinhos corinthianos.
Deixe o menino ser corinthiano!
Gostei de saber da sua história de tio.

Mateus Souza 13 novembro, 2009 19:40  

Olá BNÊ! Também gostei de saber da sua história de tio! Como eu disse no post, por experiência própria, não vou forçar nada! Deixo o menino escolher. Se ele escolher ser corinthiano, só lamento pois ele vai sofrer muito por futebol. Se resolver pular pro lado do tio e da mãe, com certeza ele terá mais felicidades, hehehehehe... Pelo menos nos últimos 20 anos, torcer pro São Paulo ficou muito mais fácil! E uma coisa importantíssima que vc ensinou ao seu sobrinho e eu com ceretza farei o mesmo: nunca brigue por futebol!!!

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